Desvendando As Taxas do Financiamento de Imóvel na Planta

Publicado por Edinaldo Assunção em 07/02/2024 · Atualizado em 07/02/2024

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Tempo de leitura 3 min
Desvendando As Taxas do Financiamento de Imóvel na Planta

A compra de um imóvel na planta é um sonho para muitos, mas exige planejamento e atenção aos detalhes. Além do valor do imóvel em si, diversos outros custos e taxas entram em jogo no processo de financiamento, impactando diretamente no valor final a ser pago.

Neste artigo, vou desvendar as principais taxas cobradas no financiamento de um móvel na planta, te ajudando a tomar decisões conscientes e se preparar para este investimento tão importante.

Taxas de Juros:

Taxa de Juros do Sistema Financeiro de Habitação (SFH):

♦ Opção mais comum, com taxas prefixadas, tabeladas ou pós-fixadas (TR + juros).

♦ A taxa prefixada oferece segurança e previsibilidade das parcelas, mas geralmente é mais alta.

♦ A taxa pós-fixada acompanha a variação da TR, podendo ser mais vantajosa em alguns momentos.

Taxa de Juros do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI):

♦ Permite financiar imóveis de valor mais alto, com prazo de pagamento mais longos. 

♦ As taxas de juros são livres, definidas por cada instituição financeira.

♦ Negocie com o banco para obter a melhor taxa possível.

2. Taxas e Encargos do Financiamento:

Taxa de Abertura de Crédito (TAC):

♦ Cobrada pela abertura do processo de financiamento, geralmente entre 0,5% e 1% do valor financiado.

♦ Negocie com o banco para reduzir ou eliminar essa taxa.

Seguro de Vida:

♦ Obrigatório para proteger o saldo devedor do financiamento em caso de morte do mutuário.

♦ O custo varia de acordo com a idade e saúde do mutuário.

Seguro contra Incêndio e Explosão:

♦ Protege o imóvel contra danos causados por incêndio ou explosão.

♦ O custo varia de acordo com o valor do imóvel e sua localização.

Escritura Pública e Registro de Imóveis:

♦ Formalizam a transferência da propriedade do imóvel para o comprador.

♦ Os custos variam de acordo com o valor do imóvel e o Estado da Federação.

3. Taxas Específicas do Imóvel na Planta:

Taxa de Evolução de Obra (TEO):

♦ Remunera a construtora pelo capital aplicado na obra até a entrega do imóvel.

♦ Varia entre 0,5% e 2% do valor financiado, paga mensalmente durante a construção.

Fundo de Reserva (FR):

♦ Cobre despesas com manutenção e reparos do condomínio após a entrega do imóvel.

♦ Equivale a 1% do valor do imóvel, pago na entrega das chaves.

4. Impostos e Contribuições:

ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis):

♦ Varia de acordo com o valor do imóvel e a alíquota do município.

Registro de Imóveis:

♦ Formaliza a transferência da propriedade do imóvel para o comprador.

♦ Os custos variam de acordo com o valor do imóvel e o Estado da Federação.

5. Dicas para Reduzir os Custos do Financiamento:

♦ Pesquise e compare as taxas e ofertas de diferentes bancos.

♦ Negocie com o banco para reduzir ou eliminar taxas.

♦ Utilize o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para reduzir o valor financiado.

♦ Faça um planejamento financeiro detalhado antes de iniciar o processo de financiamento.

O importante é compreender as taxas e custos envolvidos no financiamento de um imóvel na planta é fundamental para tomar decisões conscientes e evitar surpresas desagradáveis. Planeje-se com antecedência, compare as opções disponíveis e negocie com o banco para garantir o melhor negócio para você

 

 

 

 

 

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Sobre o autor

Edinaldo Assunção
Corretor CRECI 5986 Autor no Imóvel Guide

Autor de conteúdos sobre mercado imobiliário no Imóvel Guide.

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